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Conheça as principais igrejas de São Paulo

O Centro Histórico de São Paulo, que corresponde às imediações da região em que foi fundada a cidade, é a área em que a memória da capital se encontra mais vividamente preservada. Edifícios antigos, de arquitetura impressionante, caracterizam a paisagem dos arredores, capturando a atenção daqueles que caminham por suas ruas. Por conta desse importante papel de preservação e disseminação da história paulistana, essa fração do Centro se tornou referência em todos os roteiros de passeios da cidade, englobando alguns de seus pontos turísticos mais visitados. Entre eles se destacam as muitas igrejas que fizeram parte dos 460 anos de evolução da metrópole, que foi fundada por padres jesuítas em 1554. Conheça algumas delas:

No 1º plano, em ambas as laterais da imagem, uma fileira com palmeiras imperiais muito altas. No centro e ao fundo, catedral estilo neogótico em tons de cinza claro. A fachada, dotada de um portal principal e uma grande rosácea, é flanqueada por duas altas torres, ambas com um teto pontiagudo, verde claro e muito alto.

Catedral da Sé. Foto: Jose Cordeiro/SPTuris

A Catedral Metropolitana de São Paulo, comumente chamada de Catedral da Sé, é o mais conhecido templo católico da capital paulista. Igreja Matriz da cidade, sua construção original começou em 1598, sendo concluída em 1612. O edifício que conhecemos hoje, porém, só foi erguido séculos depois, quando a necessidade de restauração da então deteriorada igreja já não mais podia ser ignorada. Projetada por Maximilian Hehl, professor da Escola Politécnica, a atual edificação teve suas obras iniciadas em 1912, trabalho que só foi encerrado mais de quatro décadas depois, em 1954, no aniversário do 4º centenário de São Paulo. Com 111 metros de comprimento, 46 de largura e 65 de altura, a Catedral localizada no coração da cidade é um dos cinco maiores santuários neogóticos do mundo.

Imagem de baixo para cima. Fachada do Mosteiro em tons de cinza. Edificação bem alta, onde se destacam duas torres com vários janelões estreitos e compridos com o topo arredondado e telhados altos e pontiagudos, cada um possuindo uma cruz no topo. No centro, entre as torres, a edificação é mais baixa, possuindo um grande relógio no alto, feito por estruturas metálicas douradas. Acima, céu muito azul com poucas nuvens.

Mosteiro de São Bento. Foto: Jose Cordeiro/SPTuris

Também situado no Centro, o Triângulo Histórico, que até meados do século XIX definia os limites da cidade, que contava com pouco mais de 30 mil habitantes, remonta os primórdios da capital. Os vértices do Triângulo são três dos principais templos de São Paulo: o Mosteiro de São Bento, importante construção do estilo Beuronense com mais de 400 anos de história, também responsável por um dos mais antigos teatros de São Paulo; a Paróquia São Francisco de Assis, prédio barroco inaugurada em 1647, que possuí o mais estimado acervo de imagens da ordem franciscana no Brasil; e a Igreja da Ordem Terceira do Carmo, cuja instalação atual foi erguida entre 1747 e 1758 e que conta com um expressivo conjunto da arte colonial paulista.

Fachada do Convento. Edificação de 2 andares, toda em amarelo claro e ornamentos brancos. No andar térreo, 3 grandes portais, bastante largos e com o topo arredondado. No andar superior, 4 janelões com moldura branca, topo arredondado e um ornamento acima. No lado esquerdo, eleva-se um campanário, tendo no topo um ornamento com uma imagem de São Francisco e uma cruz acima. Do lado direito, edificação semelhante, porém toda branca com ornamentos dourados.

Convento e Santuário São Francisco. Foto: Jose Cordeiro/SPTuris

Acompanhando o desenvolvimento da cidade, os três edifícios viram os habitantes da pequena vila transporem os limites do Triângulo, até alcançarem remotas regiões e consolidares uma população de mais de 12 mil de pessoas.

Imagem em diagonal, fachadas da frente e lateral da igreja, edificação com 2 pisos toda em tons de cinza. Na parte frontal, 3 grandes portais com o topo arredondado. No piso superior, bem como na parte lateral, diversos janelões com o topo arredondado e ornamento acima. No lado direito, ergue-se um campanário.

Igreja da Ordem Terceira do Carmo. Foto: Jose Cordeiro/SPTuris

Ainda sem sair do Centro Velho, no fim do Viaduto Santa Ifigênia, é possível visitar a  Igreja de Santa Ifigênia, construída no século XX para substituir a Capela de Nossa Senhora da Conceição, originária de 1720. Exemplo da arquitetura revivalista, de caráter neorromânico, o atual templo, que começou a ser utilizado antes do fim das obras, em 1910, se destaca por sua elevada torre central e pelos detalhados vitrais, importados de Veneza.

Igreja de Santa Ifigênia. Foto: Jose Cordeiro/SPTuris

Já na Praça do Patriarca se encontra a Igreja de Santo Antonio, patrimônio histórico do estado, que reúne inestimáveis peças artísticas do período colonial. Além de seu famoso altar, objeto de talha barroca de 1780, o santuário conta com as pinturas murais mais antigas e bem-preservadas da cidade, feitas nos começo do século XVII, que encontradas durante sua última reforma, em 2005. Tendo passado por inúmeras restaurações, a atual fachada do templo, concebida em estilo eclético, data de 1919.

Igreja de Santo Antônio. Foto: Jose Cordeiro/SPTuris

E nem todos os importantes centros religiosos de São Paulo expressam a fé católica. A Catedral Metropolitana Ortodoxa, sé da Igreja Ortodoxa Grega de Antioquia no Brasil, é um dos edifícios que mais se destacam por sua arquitetura, pensada por Paulo Tafic Camasmie a partir da Igreja de Santa Sofia, construção bizantina em Istambul, na Turquia. Localizada no início da Avenida Paulista, a Catedral foi inaugurada em 1954, o que faz dela uma das mais recentes entre as muitas igrejas de destaque que permeiam a cidade.

Imagem em close up de 2 domos dourados da Catedral. O de baixo é um meio domo, encostado em uma parede e, na base, é rodeado por diversas janelas de vidro sobre armação metálica e topo arredondado. O domo principal fica acima, tem uma grande cruz no topo e, como o de baixo, também é rodeado por diversas janelas. Tudo sob um céu muito azul sem nuvens.

Catedral Metropolitana Ortodoxa. Foto: Caio Pimenta/SPTuris

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