Por que São Paulo?

Bandeirantes e Jesuítas

No processo de instalação em terras brasileiras, Portugal teve que superar diversos empecilhos na formação de regiões economicamente produtivas. Para isso, contou com a iniciativa de representantes de seu projeto, de índios que auxiliavam no reconhecimento do território e da própria Igreja Católica, que participou ativamente no desenvolvimento dos primeiros centros de colonização.

Bandeirantes

Monumento grandioso, todo esculpido em pedra cor beje. Sobre uma larga e alta base de grandes blocos da mesma pedra, da esquerda para a direita, 2 homens montados sobre 2 cavalos em posição de galope. Atrás, fila com vários homens em pares puxam cordas presas a um grande barco. Alguns homens puxam o barco pela parte da frente, outros empurram na parte de trás. Ao fundo: Acima, céu muito azul sem nuvens; abaixo copa de algumas árvores.

Monumento às Bandeiras. Foto: José Cordeiro/SPTuris.

Os bandeirantes foram os homens que, no início do processo de colonização, foram usados pelos portugueses com o objetivo de lutar contra indígenas rebeldes e escravos fugitivos. Eles saíam de São Paulo e São Vicente e dirigiam-se para o interior do Brasil, utilizando o Rio Tietê como um dos principais meios de acesso. O nome com o qual ficaram conhecidos é devido ao nome dado a essas expedições – Entradas ou Bandeiras.
Jesuítas

Os primeiros jesuítas chegaram ao Brasil em 1549, com a missão de evangelizar os indígenas e de educar e confortar espiritualmente os colonos e cristãos europeus que deram início ao processo de colonização do Brasil. Deve-se aos jesuítas a fundação de importantes vilas e cidades, em torno das missões – práticas religiosas que tem como objetivo fundamental a propagação do Cristianismo entre povos não-Cristãos.

Em 25 de janeiro de 1554, eles, liderados por José de Anchieta, realizaram uma celebração eucarística de inauguração do colégio dos jesuítas, no espaço que depois se tornaria conhecido como Pateo do Collegio. Assim era fundada a cidade de São Paulo. Hoje, o Pateo do Collegio é um complexo histórico-cultural-religioso, pertencente à Companhia de Jesus, e tem se tornado uma referência na preservação da memória histórica acerca das origens da cidade de São Paulo.

Fachada toda branca, com telhados marrom-avermelhados. À esquerda, edificação bastante larga com 2 pisos; o inferior possui 2 portas azul-marinho com pequenas janelas; No piso superior, 9 janelões com borda azul-marinho. No centro, torre com 4 pisos; no térreo, pequena janela com borda azul-marinho; no primeiro piso, um janelão com borda cinza; no segundo, pequena janela redonda; no terceiro e último, campanário com duas grandes aberturas de cada lado; acima, telhado pontiagudo com elementos arquitetônicos nas pontas e um cata-vento no topo. À direita, capela com 3 pisos; no térreo, grande porta em madeira; no primeiro, 3 janelões com borda cinza; no último, pequena janela redonda e uma cruz no topo do telhado. Acima e ao fundo, céu muito azul sem nuvens.

Pateo do Collegio. Foto: José Cordeiro/SPTuris.

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