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Pontos Turísticos

Rua 25 de Março

Imagem do alto de uma rua de comércio popular, cercada por inúmeros prédios com lojas no piso térreo. No centro, rua dividida entre veículos e dezenas de barracas de lona azul repletas de mercadorias variadas, lado a lado beirando as calçadas, onde centenas de pessoas caminham.

Rua 25 de Março. Foto: Jose Cordeiro/SPTuris

Maior centro de comércio da América Latina e um dos principais pontos turísticos da capital, na 25 de Março (chamada pela maioria dos paulistanos apenas de 25) é possível encontrar quase tudo.

A rua surgiu no século 19, quando imigrantes árabes abriram as primeiras lojas no local, mas sua fama teve início nos anos 60.

Graças às fortes enchentes que aconteciam naquela época, alguns produtos eram perdidos e o que sobrava era vendido a preços muito baixos. A partir daí, os comerciantes passaram a buscar mercadorias mais baratas.

Todas as lojas que se instalaram na região partiram para este mesmo segmento e, assim, a rua tornou-se o que é hoje: uma especialista em diversidade e preço baixo.

Sempre muito movimentada – cerca de 400 mil pessoas por dia e mais de um milhão perto de datas comemorativas, como o Natal –, juntamente com outras ruas da região, como a Rua Comendador Abdo Schain, especializada no comércio de tecidos, a Rua Comendador Affonso Kherlakian, onde está localizada a Galeria Pagé, prédio com diversas lojas, que oferece, principalmente, artigos eletrônicos e a Ladeira Porto Geral, com muitas lojas de fantasia e acessórios, a 25 forma um enorme complexo comercial, com mais de 3.500 pontos de venda.

Segundo pesquisa feita pela Folha, os produtos mais comprados são artigos de armarinhos e aviamento (principalmente na famosa Armarinhos Fernando, desde 1976 e com cinco lojas na rua), seguidos de artigos de época e brinquedos.

A fácil localização também colabora para que o movimento cresça cada vez mais. Ao lado do metrô São Bento e próxima a locais de fácil acesso, como a Praça da Sé, a rua vem se destacando em diversos segmentos e, de alguns anos pra cá, os vendedores vêm fazendo de tudo para atingir todos os tipos de público (principalmente turistas, visto que 26% apontam as compras como principal atividade realizada na capital, segundo pesquisa do Observatório do Turismo), reformando as fachadas e reorganizando suas lojas para que fiquem mais parecidas com lojas de shopping, mas sem perder sua principal característica: o preço.

Quem quer fazer uma pausa nas compras para almoçar ou fazer um lanche, também não precisa se afastar da rua. Na própria 25 e arredores há diversas lanchonetes, cafeterias e restaurantes que também ditam tendências, como a inovadora Quickies, máquinas (como as, já conhecidas, vending machines) onde o cliente coloca o dinheiro e uma porta se abre para que o lanche, hambúrguer ou refrigerante seja retirado.

Hoje, frequentada por todas as classes sociais, a rua oferece – além do atrativo preço – uma variedade gigantesca de produtos. Seja no atacado ou no varejo, de jogos de videogame e artigos esportivos a objetos de papelaria, bolsas e bijuterias, na 25, é muito fácil sair com sacolas e mais sacolas de produtos.

 

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